Este blogue destina-se a dar apoio às pessoas que tratam de idosos. Foi realizado pelos formandos do Curso de Geriatria, no âmbito do Tema de Vida "Problemáticas Sociais".

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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Preparar Para a Morte

Preparo Para a Morte: Um conceito Esquecido no Tempo


Estamos preparados para morrer? Talvez seja hora de começarmos a pensar sobre isso. Provavelmente, todos que estivermos lendo este texto neste momento iremos morrer em algum ponto deste século 21. A morte está constantemente ao nosso lado, desde que nascemos. Este é o tema num editorial escrito pelo Dr.Richard Smith,, na revista British Medical Jornal. A medicina moderna e as informaçõesb de saúde publicadas na imprensa nos últimos 50 anos têm a capacidade de sugerir, de forma implícita (se não implícita) que nos estamos tornando capazes de vencer a morte. "Se a morte é vista como uma falha ao invés de uma parte importante de da vida, então as pessoas não se estão preparando para ela, e a Medicina não está dando às pessoas a devida atenção em ajudá-las a preparar-se para terem uma boa morte", diz o Dr. Semith. "Nós acreditamoa que chegou o momento de quebrar o tabu e retornar o controlo de uma área - a morte - que foi medicalizada, profissionalmente, a tal ponto que se tornou estranha para a vida diária da maior parte das pessoas". A ideia de que a morte é uma situação macabra surgiu na europa após o movimento de Reforma ocorrido na Igreja.
No nosso século a morte foi "medicalizada", alcançando sua apoteose na Europa com a morte do general Franco na Espanha, informada minutos a minuto pela impensa (no Brasil ocorreu algo semelhante com a morte do Presidente Trancredo Neves e em Portugal o mesmo se paasou com Oliveira Salazar). Na Inglaterra, a maior parte das pessoas morrem em hospitais, mesmo dizendo que prefeririam morrer nas suas casas; a morte em Unidades de Cuidados Intensivos é mais moderna e ao mesmo tempo a mais insensível e impessoal das mortes. "A moderna ciência tem informações e estatísticas confiáveis e detalhadas acerca da expectativa de vida, idade ao morrer, local e causa de mortes, mas nós sabemos muito pouco acerca da experiência da morte", explica o doutor Smith.

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publicado por apoioidoso às 12:40

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